Revista Egitania Sciencia - SIEFLAS Edição Especial | ARTIGO

Título: TREINAMENTO DE FORÇA E DESTREINAMENTO EM MULHERES CON MASTECTOMIA SOBREVIVENTES DO CANCRO DA MAMA

Autor: Nestor Camberos C.( nestor87pb@hotmail.com)* Ena M. Romero P. (ena.romero@unison.m) * Mario Horta G. (mariohgim@gmail.com)* Manuel Tánori T. (mtanori_tkd@hotmail.com) * José A. de Paz (japazf@unileon.es) * | **
* Academia del cuidado y mantenimiento de la salud a través de la actividad física y el movimiento. Universidad de Sonora, México. ** Instituto de Biomedicina (IBIOMED), Universidad de León.
Publicação: Revista Egitania Sciencia - SIEFLAS Edição Especial

Resumo:
A incidencia do cancro da mama tem aumentado, ao mesmo tempo que se reduz a mortalidade, e as sobreviventes têm muitas vezes sequelas, como diminuição da mobilidade e força ou dor no ombro. O exercício de força tem sido recomendado nos últimos anos a esses pacientes. Pouco se sabe sobre os efeitos diferenciados em resposta ao treino e destreino do lado operado e do lado não operado. Participaram 31 sobreviventes de cancro de mama, com 56,9 ± 9,7 anos, 5,7 ± 4,7 anos após o tratamento cirúrgico e 74% com linfadenectomia. Realizaram 24 sessões em 12 semanas de treino. Em cada sessão foram feitas 3 séries x 12-10-12 repetições, entre 40-65% de 1RM. A força máxima foi avaliada antes, após 12 semanas de treino e após 12 semanas de destreino. Foi obtido um ganho na força máxima nas aberturas em máquina bilateral de 23,8 ± 17,7; na abertura esquerda de 56,3 ± 28,8 e na direita de 45,4 ± 17,5; o destreino produziu uma diminuição de 1,6 ± 14,3 e 3,9 ± 17,9, respetivamente. Não houve diferença entre o ganho do braço do lado operado e o lado não operado.
O treino produz melhorias significativas na força máxima e estas são mantidas com pouca perda durante o destreino. O ganho é semelhante tanto na extremidade do lado afetado pelo cancro quanto pela do lado não afetado.


Palavras-chave: Cancro da mama, força máxima, destreinamento, força muscular




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