Revista Egitania Sciencia - Volume 26 | ARTIGO

Título: ESTUDO COMPARATIVO SOBRE ALGUNS HÁBITOS ALIMENTARES EM SEIS PAÍSES: COMER FORA DE CASA E FAST FOOD

Autor: Raquel Guiné (raquelguine@esav.ipv.pt), Sofia Florença (sofiaguine@gmail.com), Marcela Leal (leal.marcela@hotmail.com), Ivana Rumbak (icecic@pbf.hr),Irena Barić (irena.colic.baric@pbf.hr), Drazenka Komes (drazenka.komes@pbf.hr), Marijana Sarić (marsaric@unizd.hr), Monica Tarcea (monaumf2001@yahoo.com), Zita Fazakas (fazzita@yahoo.com), Viktória Szűcs (v.szucs@cfri.hu), Dace Klava (dore@llu.lv), Evita Straumite (evita.straumite@llu.lv)

Publicação: Revista Egitania Sciencia - Volume 26

Resumo:
Dietas inadequadas demonstraram ser muito prejudiciais para a manutenção de uma boa saúde, e comer fast-food em excesso e refeições altamente processadas pode ter um impacto negativo no estado geral de saúde da população. Assim, este trabalho investigou os hábitos relacionados com a alimentação fora de casa e a frequência de refeições rápidas numa amostra oriunda de seis países diferentes. Foi realizado um estudo descritivo transversal numa amostra de 4904 participantes adultos. Para o tratamento dos dados, a análise estatística básica foi complementada com análise de classificação do tipo árvore (Tree), usando o algoritmo CRT. Este estudo permitiu concluir que na amostra em análise a frequência com que os participantes comeram fora de casa foi em geral baixa, correspondendo a quatro ou menos vezes por semana para 71,9% dos participantes, sendo o consumo de fast-food também aceitável, ou seja, com baixa frequência de até duas vezes por semana em 88,6% dos entrevistados. As maiores diferenças foram encontradas na comparação entre participantes de diferentes faixas etárias, países ou sexos, e não tanto no que diz respeito ao local de habitação ou nível de educação. A análise de classificação de árvores destacou a importância relativa dos fatores considerados para refeições fora e fast-food, sendo país e idade confirmados como os fatores mais influentes. Na amostra avaliada, a incidência de refeições fora de casa e refeições rápidas foi baixa, o que é um bom indicador para contribuir globalmente para um bom estado de saúde dos participantes envolvidos no estudo.

Palavras-chave: dieta saudável, comer fora de casa, comida rápida, doenças crónicas




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