Título:
PREVALÊNCIA DA AUTOMEDICAÇÃO NA REGIÃO DE BRAGANÇA: A PERSPECTIVA DO CONSUMIDOR E DO FARMACÊUTICO
Autor:
Dayana Barina Simões Martins, Sara Margarida Pereira do Couto, Maria Isabel Barreiro Ribeiro (xilote@ipb.pt) e António José Gonçalves Fernandes
Publicação:
Revista Egitania Sciencia - Volume 8
Resumo:
Analisar a prevalência da automedicação na população de Bragança e
identificar os factores associados a este fenómeno são os principais objectivos
desta investigação. Para estudar esta problemática foi feita uma amostragem
aleatória simples considerando um nível de confiança de 95% e um erro
amostral estimado em 2,5%. Dos 400 participantes neste estudo, a maioria é
do género feminino, tem em média 34 anos de idade, reside na cidade e
possui habilitações literárias ao nível do 12º ano. Igualmente, a maioria dos
farmacêuticos é do género feminino e tem, em média, 33 anos de idade.
Verificou-se que a taxa de prevalência da automedicação é de 91,3% e
provou-se existirem diferenças estatisticamente significativas entre os géneros
na prática deste fenómeno no que diz respeito ao alívio de cólicas e dores
musculares. Por outro lado, o recurso à automedicação para o alívio do
nervosismo e a duração desta prática é também estatisticamente diferente
entre classes etárias. As situações em que o utente recorre à automedicação
com maior frequência são, designadamente, gripe/constipação, cefaleia e
febre. Os medicamentos mais consumidos em situações de automedicação
são os analgésicos/antipiréticos e os anti-inflamatórios.
Palavras-chave:
automedicação; prevalência; utente; farmacêutico; Bragança
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